quinta-feira, 25 de julho de 2013

Carta de Amor

Meu amor, só de te olhar eu já sentia prazer. O seu corpo no sofá que com um beijo me arrastou pra cama como quem arrasta uma criança ate o parque de diversões. Ao me lembrar  consigo te sentir. A gente se beijava como quem há tempos não se comia e a gente se comeu, meu amor. Que delicia você dentro de mim. Mas você me chateou me chateou por eu ser atrevida de mais e mexer onde já mais deveria ter mexido: quem procura acha, ne amor?! Amor, eu te olhei, jurando ate em suas mãos nunca mais gozar e de repente, amor, me vi rompendo com mais um de meus “nunca mais” quando me dei por conta eu já estava dentro de você e você gemia tão gostoso no meu ouvido. Era impossível conter o meu tesão tal como está sendo impossível conter as minhas lembranças de sua língua em mim. Aquele colchão esticado no quarto pequeno, com lençóis umedecidos de suor, do nosso suor. Aaaah meu amor, eu gemia “me come, me come, me come” “Eu vou gozar, me fode, come meu cú” “aiiii amor, fode gostoso, come meu cú”. E prestes a gozar, meu amor, eu juro, pensei ate em te amar. Sua língua no meu cú, seu dedo na minha boceta quase me matou de prazer me mandado calar a boca. Como gozar em silêncio diante de uma foda tão gostosa? Amor, não se preocupe, deixe que ouçam. Eu gozei e demoradamente você saiu de dentro de mim (embora eu ainda saiba te sentir).
Meu amor, como foi bom te comer. Desculpe-me, eu não consegui conter os meus impulsos. Eu não soube te degustar e apreciar lentamente. Eu te comi e me lambuzei com sua boceta toda molhada, sem a menor delicadeza lhe arranquei as pregas do seu cú. Você era doce e eu a tinha em abundancia, mas somente aquela noite. Então meu amor, desculpe por ter lhe comido com ciúmes, ciúmes da rapariguinha que te comeu antes de mim e raiva das próximas putinhas que tu iras servir.
Amor, eu estou indo embora, vou encontrar outra pessoa, descobrir novos sabores e jurar para todos que já te esqueci.

Amor, eu parei e te observei dormir, te acariciei o rosto e me lembrei do quanto tu me fazes mal. Eu vou me afastar de você. Descobri que quando te tenho é fácil ir embora, não é triste dizer adeus quando ainda estou ao seu lado, portanto fique mais um pouco. Eu só sei me despedir, mas nunca sei ter que partir. Amor, são apenas ensaios frustrados de despedidas. Quando vais embora o meu corpo clama por ti, minha mente cria você. Eu te faço e desfaço ao meu modo, até te torno submissa ao meu prazer. Meu amor, a minha mente te desfaz no mesmo segundo, me traz lembranças de um tempo cruel e me mostra o quanto não és minha, o quanto nunca serás de ninguém e ao mesmo tempo o quanto sempre serás de todas nos. Eu não te tenho, por isso vou-me embora. Não se preocupe amor, eu vou voltar, sabes que volto, nos sempre voltamos. O seu beijo sempre me leva para cama e o meu conflito sempre te atrai para cima de mim. Sempre, veja como eu digo, sempre.

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